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quinta-feira, 25 de julho de 2013

BMW X1 20i

Nova BMW X1 20i

A renovação de toda a linha de SUVs da BMW, aquela que recebe a nomenclatura X, é prevista desde o Salão de Xangai deste ano, quando o conceito X4 foi revelado oficialmente. Com vincos bem chamativos, é ele quem lança a tendência das próximas gerações de X1, X3, X5 e X6 que começam a aparecer a partir do ano que vem. Por enquanto, a marca alemã mantém um bom posicionamento das vendas do seu utilitário esportivo de entrada de linhas já cansadas, o que aumenta as chances de o modelo ser produzido no país já de cara nova.De janeiro a junho deste ano, 1.231 unidades foram vendidas do modelo, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Para um carro que estreou em 2010

Nova BMW X1 20i

no Brasil com 1.837 unidades vendidas e que compete com modelos mais baratos ou já renovados, como Volvo XC60, Land Rover Freelander e Dodge Journey, o balanço é ainda positivo. Isso porque ele carrega um bom custo-benefício pela sua versatilidade. Embora seja um SUV de 4,45 m de comprimento, 1,7 m de largura e 1,54 m de altura, o modelo tem boa visibilidade e fácil manobrabilidade. Para um carro de uso cotidiano, a característica faz toda a diferença.Já o porta-malas comporta 420 litros, mas com os bancos traseiros rebatidos o volume pode chegar a 1.350 litros. Espaço que se traduz em carregar malas, compras, carrinho de bebê, entre outros objetos difíceis de transportar.

Nova BMW X1 20i

Outros modelos da marca dão muito mais “emoção” ao dirigir do que o X1, mas para a proposta familiar do carro, o motor 2.0 de 184 cavalos de potência máxima entre 5.000 rpm e 6.250 rpm e 27,5 kgfm de torque entre 1.250 rpm 4.500 rpm é mais do que satisfatório. Em condições ideais, o X1 chega a fazer a aceleração de 0 a 100 km/h em 7,7 segundos. A transmissão é automática de 8  velocidades.Nas curvas, embora seja um SUV, o carro se comporta bem, assim como absorve bem os desníveis de solo, buracos e valetas.Apesar de a ergonomia dos bancos ser confortável e o ajuste destes, fácil, o X1 já está bem ultrapassado internamente e carrega um acabamento muito simples para o porte que suas linhas ostentam. É o que mais desanima no carro

Nova BMW X1 20i

A quantidade de porta-objetos também deixa a desejar, limita-se a suporte para bebidas no console central e bolsos laterais nas portas dianteiras. Fica, então, apenas a boa impressão da posição elevada do banco, que ajuda muito nas manobras.Versatilidade é o que define o BMW X1. Uma característica importante para quem tem família grande, leva filhos à escola e viaja bastante, mesmo que isso signifique abrir mão de requinte no acabamento interno. Esta versão testada, a 20i, é a intermediária, mas é a que traz o melhor custo-benefício, por ter um motor potente e a transmissão de 8 velocidades (a versão 18i tem transmissão de seis marchas e motor de 150 cv). É um carro urbano que, apesar de grande, facilita a vida.

Nova BMW X1 20i

terça-feira, 11 de junho de 2013

Nova BMW M135i 2013

BMW M135i 2013

O BMW M135i, hatch mais potente da gama de entrada da marca alemã, começa a ser vendido no país por R$ 199.950, segundo a Eurobike, concessionária BMW. O modelo chega limitado a 12 unidades até o final do ano.

BMW M135i 2013

O M135i desbanca o 125i M, até então o mais potente Série 1, com um motor 3.0 turbo de seis cilindros, capaz de gerar 320 cavalos de potência e 46 kgfm de torque e acoplado a um câmbio automático de oito marchas.  Dados da fábrica apontam 0 a 100 km/h em 4,9 segundos e velocidade máxima de 250 km/h.

BMW M135i 2013

Como principais equipamentos de série estão ar-condicionado digital, bancos dianteiros com ajuste elétrico, teto solar, câmera traseira, sistema de conexão com USB e Bluetooth, sistema de som Harman Kardon, ABS, seis airbags, controles de estabilidade e tração, entre outros.O BMW M135i é oferecido em preto, azul, branco, cinza e prata.

BMW M135i 2013
 fonte:autoesporte.com.br

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Nova BMW X5 2014 sua primeira imagem divulgada

Nova BMW X5 2014

A terceira geração do utilitário esportivo BMW X5 será apresentada no Salão de Frankfurt em setembro. Mas como tudo na internet acontece antes, começou a circular o que pode ser a primeira imagem oficial do novo SUV. Divulgada pelo site Carscoops, o projeto chamado “F15″, mostra que o X5 2014 sofreu uma forte influência dos novos Série 3, principalmente na frente, com a nova grade e faróis.No restante, o perfil não chega a destoar tanto da personalidade do carro, porém, deixa-o mais próximo dos menores X3 e X1.

Nova BMW X5 2014 - Interior

Na Europa serão oferecidos motores o 2.0 litro turbo em versões diesel ou gasolina. Enquanto isso, nos EUA, devem estar disponíveis um seis cilindros e um V8 a gasolina, além de um seis cilindros diesel.


fonte:carplace.com.br

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Nova BMW 528i 2013

BMW 528i 2013

Assim como a China e as mulheres, os motores de 2 litros turbinados vão dominar o mundo. Quase todas as fabricantes têm um. Volkswagen e Audi animam donos de hatches médios, sedãs, peruas e até SUVs com seu 2.0 TFSI, de 211 cavalos – a Volvo faz o mesmo, mas com um propulsor de 240 cv. O Land Rover Evoque, atual queridinho dos endinheirados descolados, encanta ingleses, alemães e brasileiros graças, além do design, a um 2.0 sobrealimentado (240 cv). Já a Mercedes-Benz escolheu para o CLA, principal lançamento da marca nos últimos anos, justamente um 2 litros turbo, de 211 cv.

BMW 528i 2013
Por ora, tal combinação é a que tem se revelado como mais certeira na sonhada (e agora mais realista) tarefa de aliar desempenho a economia de combustível – o já bem conhecido downsizing.A BMW também tem o seu, e usa e abusa do bloco de 1.997 cm³. O versátil motor, apoiado na tecnologia Twin Scroll (com turbina única de geometria variável e saída dupla) e gerador de 184 a 245 cv, presta seus serviços ao compacto Série 1, aos SUVs X1 e X3 e ao sedã Série 3. Supunha-se que este último fosse o limite: um sedã médio, de 4,62 m, é o máximo que um motor de 4 cilindros pode empurrar satisfatoriamente.Só que o Série 5, com seus 4,90 m, 2,97 m de entreeixos e uma carreira consolidada sobre blocos de 6 e 8 cilindros, mostra que sedãs executivos não serão penalizados ou esquecidos por conta da era do downsizing – irreversível, certamente –, mas sim beneficiados por ela. Uma amostra disso está nos números: o 528i atual, com o 2.0 16V de 245 cv e 35,7 kgfm de torque, substitui o antigo, dotado de um 3.0 de 6 cilindros de 230 cv e 27,6 kgfm, com mais potência e menor consumo.

BMW 528i 2013
A aposta num motor menor, universalmente, tem como propósito a redução do consumo de combustível. No segmento premium do mercado brasileiro, porém, consumir menos gasolina não é um objetivo, e sim uma consequência de pouca relevância. Donos de Série 5, que desembolsam R$ 224.950 pela versão 528i, não se importam com a conta alta do posto. Se importam, sim, com o status de ter um sedã executivo que esbofeteia a cara de admiradores, deixando claro que aqui tem dinheiro, classe e poder. Nisso, o intermediário Série 5 (há ainda o presidenciável Série 7), seja com motor de um, dois, três ou quatro litros, com ou sem turbo, continua mestre. Desde o trânsito até à porta do restaurante, o respeito e admiração por quem está dentro do carro são notórios.E a adoção de um motor menor não significa que o luxo interno também diminui. Dos tapetes de veludo, passando pelo banco do motorista com ajustes elétricos e memória até o sistema de som de alta definição, tudo remete a altos níveis de requinte. Alguém que apelide o 528i de “Série 5 de pobre” estará provando que não entende de automóveis e, logicamente, que nunca entrou no carro. A BMW pode não ser a mais brilhante na hora de elaborar um interior impactante, onde seu maior lampejo de criatividade é a alavanca de câmbio; ou ter adotado uma alternativa previsível e conservadora ao oferecer praticamente a mesma cabine para todos os modelos. Mas é uma das marcas mais competentes em conceber uma posição de guiar perfeita, com a relação entre volante, pedais e banco incorrigível.

BMW 528i 2013
245 cavalos de potência com média de 11,8 km/l sempre pareceu uma combinação quase utópica – sobretudo num carro desse porte. Pois unir números teoricamente antagônicos acaba sendo rotineiro para o 528i. A média combinada (estrada e cidade) alcançada pelo G1 está longe dos otimistas 14,7 km/l divulgados pela BMW, mas ainda assim satisfaz quem espera um consumo mais comedido.Têm responsabilidade nesse número o Start/Stop e o sistema Eco Pro, que muda os parâmetros de condução do veículo. Mas se este último recurso funciona de forma suave – embora o condutor sinta que perdeu o tempero do modo Sport tanto no volante quanto na suspensão e no acelerador –, o primeiro vibra expressivamente a cada vez que desliga e religa o motor no anda e para do insano trânsito urbano (paulistano, no caso). Basta uma hora ao volante para que o motorista desligue o sistema e se sinta aliviado (muito mais do que culpado por abrir mão de uma economia extra que, no fim das contas, representa pouco no cômputo total).Bom moço na hora de beber gasolina, o 528i não se esquece de andar forte, mesmo com dois cilindros a menos.

BMW 528i 2013 - Interior
A oferta total dos 35,7 kgfm de torque aparece cedo, em 1.250 rpm. Há uma leve perda de força em altos giros na comparação com o 6 cilindros, mas o primoroso câmbio de oito marchas faz trocas rápidas e devolve o motor à rotação mais vigorosa.Outra perda em relação ao “6 em linha” é o ronco, de muito mais personalidade e sedução no propulsor maior.Apesar do tamanho, o 528i também sabe fazer curvas. Mas desligar seus controles é assumir que haverá “braço” o bastante para domar uma traseira que não se intimidará em sair do trilho. A direção de respostas afiadas também dá o tom numa tocada mais esportiva.Portanto, há, além de economia, prazer ao volante. Ainda que vergonhosamente o 528i não ofereça paddle shifts atrás do volante. Se tal equipamento já faz falta no 118i, a ausência num automóvel de R$ 224.950 é ainda mais decepcionante.

BMW 528i 2013
A estreia do novo 528i levou a família a um rearranjo por aqui. O 550i, que começava em R$ 464,5 mil, sai de cena. Para os puristas que ainda preferirem um motor de 6 cilindros, o 535i, de 306 cv, 40,8 kgfm de torque e custando R$ 284.950, foi mantido. E o M5 segue como topo de gama, com seu V8 de 560 cv e etiqueta de R$ 529.950.

BMW 528i 2013

terça-feira, 7 de maio de 2013

BMW F800R 2013

BMW F800R 2013

Mantendo a base inalterada em relação ao modelo anterior, a BMW F 800 R recebeu novas opções de cores para a linha 2013. Além da tradicional prata, a moto tem agora versão preta e outra que faz misto de azul metálico com prata. De acordo com a empresa, o preço foi mantido e a F 800 R, com ABS de série, custa R$ 36.900.

BMW F800R 2013A estreia da F 800 R foi em 2006, primeiro modelo da BMW a se encaixar no segmento de médias. A moto é uma naked (sem carenagens), que deixa a mostra o propulsor bicilíndrico de 87 cavalos a 8.000 rpm e 8,76 kgfm de torque a 6.000 rpm.

BMW F800R 2013

 fonte:autoesporte.com

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Conheça o BMW 1600 GT

BMW 1600 GT
A Hans Glas GmbH nasceu produzindo implementos agrícolas, mas partiu para os veículos após a Segunda Guerra. A reconstrução da Alemanha e parte da Europa demandava modelos simples e econômicos, momento em que a empresa se destacou ao oferecer as motonetas Goggo Roller e os microcarros Goggomobil. Reconhecida pelas boas soluções de engenharia, a Glas entrou no mercado de automóveis médios no início dos anos 60, com o modelo 1004 nas opções cupê, sedã e conversível, com o esquema de motor dianteiro e tração traseira. A partir dessa base, pediu ao projetista italiano Pietro Frua a concepção de um pequeno esportivo, para mostrar no Salão de Frankfurt de 1963.Batizado de Glas 1300 GT, ele teve a produção iniciada em 1964, em duas versões: cupê 2+2 e conversível de dois lugares.

BMW 1600 GT



 A grande área envidraçada e o formato fastback antecipavam as tendências de estilo que atravessariam a década, com seu capô de perfil mais baixo que os para-lamas dianteiros, que lembravam os BMW 507. O câmbio era manual de quatro marchas e o motor, uma evolução do sedã 1004, com 1 290 cm3, dois carburadores Solex e 75 cv (DIN). Fazia de 0 a 96 km/h em 12,5 segundos e atingia 157 km/h, números bons para a época.Pesando só 868 kg, sua agilidade era auxiliada pela direção precisa e direta e pelo curto entre-eixos, de 2,32 metros. Ele só não era melhor por causa da suspensão: braços sobrepostos na frente e eixo rígido atrás, com molas semielípticas. Os freios dianteiros a disco colaboravam para a tocada segura. 

BMW 1600 GT
Desempenho melhor só viria em 1965, com o 1700 GT: motor de 1682 cm 3 e bons 100 cv. Mas o cupê ficava 43 kg mais pesado e o diferencial ganhava relação mais longa, fazendo com que o 0 a 96 km/h tomasse 11,2 segundos, apesar de a máxima saltar para 180 km/h. No mesmo período, o motor do 1300 GT sofreu ajustes, alcançando 85 cv. Indícios da escola alemã eram evidentes: montagem e acabamento sólidos, além de uma instrumentação completa com iluminação indireta por trás do volante.
fonte:quatrorodas.com